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Jovens nascidos em 2000 chegam aos 18 anos com dificuldade de se relacionar

Para ajudar a explicar o perfil dos 3,42 milhões de jovens que farão 18 anos em 2018, o Correio Braziliense entrevistou Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva, que fez apontamentos importantes sobre esta geração que já trabalha e vota, mas que ainda tem desafios a superar.

A falta de conhecimento histórico pesa no momento de os jovens escolherem um candidato, explica Renato: “muitos vão votar sem saber de onde viemos, não viram o histórico de privações, de fome, do país. Eles têm menos parâmetros. O jeito como enxergam o mundo é diferente, se organizam por bandeiras, como o feminismo, e não por movimento partidário”.

A crise econômica também impactou essa nova geração, diz o presidente do Instituto Locomotiva. “Enquanto o país vivia uma bonança econômica, os jovens tendiam a adiar a entrada no mercado de trabalho. Depois da crise, tiveram que equilibrar estudo e trabalho ou largar os estudos. O que se nota é que os melhores profissionais são aqueles que conseguem conciliar as duas coisas”.

Sobre o comportamento no ambiente de trabalho, Meirelles diz que eles não entendem o porquê da hierarquia. “Os nativos digitais têm uma facilidade de trabalhar utilizando a tecnologia, mas demonstram desprezo pela maneira tradicional de se trabalhar e pelos tempos dos mais antigos. Também não têm o mesmo grau de atenção dos mais velhos”.

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